Culto originário da região de Oyó, promove a celebração daqueles que já morreram. A presença das mulheres é proibida. Nos dias festivos, os iniciados vestem o Abalá, uma roupa composta de tiras de panos, e um avental chamado bantê. Depois do ritual de invocação, alguns eguns conseguem se materializar, tornando-se visíveis aos participantes, chegando a emitir um som estridente. Essa festa ocorre no mês de agosto. A região é considerada assombrada devido ao culto de invocação aos mortos que persiste há séculos.
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