MISTÉRIOS EM CULTURA:
Como profundo “gostador” de mistérios inexplicáveis, não posso deixar de fazer alguns comentários:
Dodecaedro romano: À que se levar em consideração que os romanos herdaram dos gregos uma paixão por matemática e geometria. Inclusive à pouco tempo apareceu um dado romano de pedra de 12 lados – e esse dodecaedro também seria um d12, não um d20… – que inclusive está à venda por alguns milhares de dolares… Há muuuitos exemplos de esculturas, utencilios e objetos cotidianos que usam figuras geométricas mais complexas que o simples cubo (o nosso d6, pra quem não liga o nome à pessoa, imediatamente…) que, expecula-se, eram usados como caixas de instrumentos de navegação/astronomia, porta-velas e mesmo peças de jogos comuns.
Disco de Phaisto: É só uma forma de biscoito antiga…. Heheh!
Bateria de Bagda: Só um complemento: A primeira delas foi encontrada nas ruínas de um vilarejo em Parthian, Iraque, entre 248 a.C. e 226 d.C.
Manuscrito de Voynich: É considerado uma fraude. Considera-se que foi usado para enganar um regente alemão nos idos do século 17 (se não me engano). A dataçõ inclusive mostra que a escrita e as figuras são de uma cor, e a “colorização” é posterior. Tantos criptografos já tentaram sem sucesso decifrar o manuscrito que resta pouca chance de que seja uma linguagem criptografada que faça qualquer sentido.
Sudário de Turin: Não sei porque as pessoas ainda classificam essa coisa como possível “artefato religioso” ou o que valha. Só o fato de ele ter sido usado pra, teoricamente envlover o corpo de um possível Jesus, mas ter uma figura em apenas duas dimensões – como uma chapa de raio-x ou uma foto – já destrói a credibilidade dessa tralha.
Esferas da Costa-Rica: Eu pessoalmente aposto que eram usadas erm algum tipo de jogo de bocha pré-histórico (ah, elas pesavam toneladas? Então o jogo devia envolver vááários competidores, ou ser realizado em encosta de colinas!)…
Artefato de Coso: Logo depois de ter sido inspecionado por uma equipe de mecânicos e engenheiros que afirmaram que o objeto era certamente uma vela de ignição usada no modelo T, o mesmo misteriosamente sumiu. Detalhe: A datação de carbono 14 foi feita apenas na pedra que envolvia o objeto, mas nunca no objeto em sí…
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05/06/2010 às 23:04Bah que feio… tomara que nenhum aluno meu veja isso… Vou arrumar pra não ficar feio e, se verem, vale a lição: “a pressa é inimiga da perfeição”. Fiquei olhando a figura e errei o número de lados… troquei dodecaedro por icosaedro… falha minha. Essa desse d20 de pedra eu já tinha lido, mas não sei se é fraude. O certo é que a geometria romana era bem evoluída e eles praticavam muitos jogos de tabuleiro, por isso pode até ser verdade.O Disco de Phiasto eu também acho que um biscoito gigante…Sobre a bateria, não cheguei a ler muita coisa sobre ela. Obrigado pelo adendo!Eu li que o manuscrito era uma fraude… mas coloquei mesmo assim pra chamar atenção hehehe. É uma fraude, mas foi um artefato durante certo tempo… hehehe. Assim como o sudário, os 23 dedos da mão direita de São Jorge, os pedaços da cruz de Cristo (que já vi pra vender até no Mercado Livre!). Coloquei-os como “artefato misterioso” pela história que os circunda.Eu pensei que as esferas eram bolinhas de gude… só de gigantes… aquela raça de gigantes da Costa Rica, sabe? Aquela bem alta e tal… Sabem qual é né?O artefato de Coso coloquei mais de curioso que fiquei. Há um monte de texto afirmando a veracidade da coisa. Tem gente que bola teorias incríveis em torno dela!Valeu as dicas Domênico!
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