segunda-feira, 6 de abril de 2015


                    MISTÉRIOS EM CULTURA:



Como profundo “gostador” de mistérios inexplicáveis, não posso deixar de fazer alguns comentários:
Dodecaedro romano: À que se levar em consideração que os romanos herdaram dos gregos uma paixão por matemática e geometria. Inclusive à pouco tempo apareceu um dado romano de pedra de 12 lados – e esse dodecaedro também seria um d12, não um d20… – que inclusive está à venda por alguns milhares de dolares… Há muuuitos exemplos de esculturas, utencilios e objetos cotidianos que usam figuras geométricas mais complexas que o simples cubo (o nosso d6, pra quem não liga o nome à pessoa, imediatamente…) que, expecula-se, eram usados como caixas de instrumentos de navegação/astronomia, porta-velas e mesmo peças de jogos comuns.
Disco de Phaisto: É só uma forma de biscoito antiga…. Heheh!
Bateria de Bagda: Só um complemento: A primeira delas foi encontrada nas ruínas de um vilarejo em Parthian, Iraque, entre 248 a.C. e 226 d.C.
Manuscrito de Voynich: É considerado uma fraude. Considera-se que foi usado para enganar um regente alemão nos idos do século 17 (se não me engano). A dataçõ inclusive mostra que a escrita e as figuras são de uma cor, e a “colorização” é posterior. Tantos criptografos já tentaram sem sucesso decifrar o manuscrito que resta pouca chance de que seja uma linguagem criptografada que faça qualquer sentido.
Sudário de Turin: Não sei porque as pessoas ainda classificam essa coisa como possível “artefato religioso” ou o que valha. Só o fato de ele ter sido usado pra, teoricamente envlover o corpo de um possível Jesus, mas ter uma figura em apenas duas dimensões – como uma chapa de raio-x ou uma foto – já destrói a credibilidade dessa tralha.
Esferas da Costa-Rica: Eu pessoalmente aposto que eram usadas erm algum tipo de jogo de bocha pré-histórico (ah, elas pesavam toneladas? Então o jogo devia envolver vááários competidores, ou ser realizado em encosta de colinas!)…
Artefato de Coso: Logo depois de ter sido inspecionado por uma equipe de mecânicos e engenheiros que afirmaram que o objeto era certamente uma vela de ignição usada no modelo T, o mesmo misteriosamente sumiu. Detalhe: A datação de carbono 14 foi feita apenas na pedra que envolvia o objeto, mas nunca no objeto em sí…
  • 05/06/2010 às 23:04
    Bah que feio… tomara que nenhum aluno meu veja isso… Vou arrumar pra não ficar feio e, se verem, vale a lição: “a pressa é inimiga da perfeição”. Fiquei olhando a figura e errei o número de lados… troquei dodecaedro por icosaedro… falha minha. Essa desse d20 de pedra eu já tinha lido, mas não sei se é fraude. O certo é que a geometria romana era bem evoluída e eles praticavam muitos jogos de tabuleiro, por isso pode até ser verdade.
    O Disco de Phiasto eu também acho que um biscoito gigante…
    Sobre a bateria, não cheguei a ler muita coisa sobre ela. Obrigado pelo adendo!
    Eu li que o manuscrito era uma fraude… mas coloquei mesmo assim pra chamar atenção hehehe. É uma fraude, mas foi um artefato durante certo tempo… hehehe. Assim como o sudário, os 23 dedos da mão direita de São Jorge, os pedaços da cruz de Cristo (que já vi pra vender até no Mercado Livre!). Coloquei-os como “artefato misterioso” pela história que os circunda.
    Eu pensei que as esferas eram bolinhas de gude… só de gigantes… aquela raça de gigantes da Costa Rica, sabe? Aquela bem alta e tal… Sabem qual é né?
    O artefato de Coso coloquei mais de curioso que fiquei. Há um monte de texto afirmando a veracidade da coisa. Tem gente que bola teorias incríveis em torno dela!
    Valeu as dicas Domênico!

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